A primeira coisa que você deve saber antes de tornar doador de órgãos é que existem três tipos de doadores. Os doadores vivos relacionados. São aqueles que têm uma relação familiar com a pessoa a que se vão dedicar os órgãos. Costumam ser frequentes os casos em que o doente sofre de problemas de fígado ou de rins. Esta relação familiar beneficia-se que exista uma maior compatibilidade entre o receptor do órgão e o doador. Os doadores vivos não relacionados. É uma doação que se produz na Inter-vivos entre pessoas que não têm uma relação familiar, mas sim um amplo grau de compatibilidade. Para que se produza o doador deve estar em um bom estado de saúde e, além disso, para não ter riscos de sofrer consequências no futuro. Os doadores falecidos. Trata-Se de pessoas que estão clinicamente mortas, é dizer, sua atividade cerebral não existe, e são considerados um cadáver, mas eles são mantidos para que os órgãos sobreviverem. Neste caso, é puedendonar os órgãos que não estejam danificados. Se não existe uma declaração de testamentos é a família quem deve tomar a decisão. Para fazer donantede órgãos pode solicitar na vida o cartão de doadores. Deste modo, manifestam a sua vontade de doar seus órgãos e tecidos uma vez que tenha falecido. Este cartão de doador não é vinculante, e no caso de que você será a tua família, que deve dar o seu consentimento, no caso de que fallezcas. Se você realmente tem a certeza de que não quer que seja a família que decida, deverá fazer uma declaração de testamentos em que fizer constar no Notário que quer doar seus órgãos. Neste caso, a família não terá que decidir, mas que devem satisfazer os seus desejos. Recorre ao Registro de Vontades Antecipadas, para fazer isso, que é chamado testamento vital. A decisão de tornar doador pode revogar, ou seja, você pode desfazer isso se mudar de opinião, em algum momento de sua vida. Tornando-doador de órgãos salva a vida de muitas pessoas. Fonte Imagem Flickr