A glândula tireóide produz hormônios tireoidianos, que são importantes na regulação normal do metabolismo do corpo. O câncer de tireóide é três vezes mais comum em mulheres do que em homens e distinguem-se quatro tipos principais: papilar, folicular, medular e anaplásico, mas há que realçar que a causa do câncer de tireoide é desconhecida e não é possível prevenir a maioria dos casos, mas alguns fatores de risco têm sido identificados, como os antecedentes familiares de bócio, a exposição a altos níveis de radiação e certos síndromes hereditários. Os sinais e sintomas mais comuns de câncer de tireóide incluem: -Um caroço ou nódulo na tireoide, que pode ser sentido na parte da frente do pescoço. -Dificuldade para engolir ou respirar. -Dor na garganta ou pescoço. -Inflamação dos gânglios linfáticos, especialmente no pescoço. -Tosse e alterações vocais, com rouquidão ou dificuldade para falar em um tom de voz normal. A única maneira segura de saber se um nódulo tireoidiano é cancerígeno, é por meio do exame do tecido tireoidiano obtido ou com cirurgia para biópsia. Um teste de sangue de CEA -exame de antígeno carcinoembrionario-, exame físico, raios-x, tomografia computadorizada, exames de PET -tomografia por emissão de pósitrons-, ultra-som e resonanciasmagnéticas, também podem ajudar a estabelecer um diagnóstico definitivo. A cirurgia é a forma mais comum de tratamento para o câncer de tireóide, o qual não se espalhou para outras áreas do corpo. A radioterapia, a quimioterapia e o iodo radioativo, fazem parte das opções de tratamento para tratar o cancro da tiróide. A taxa de sobrevida e o prognóstico depende de vários fatores, incluindo a idade do indivíduo, o tamanho do tumor e se o câncer tem produzido metástases. Fonte Imagem ThinkStock.